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Muitos anos atrás quando querias jogar um game tudo que você precisava se preocupar era com a dificuldade e talvez com o som. Com o passar dos anos vários recursos gráficos configuráveis foram surgindo (e alguns permanecem escondidos) , até o ponto que existem jogos com telas e mais telas apenas de configuração gráfica com recursos de nomes bem esquisitos.
Várias pessoas se perguntam se essas várias opções são vantajosas ou prejudiciais ao público, eu particularmente acho que muitos jogos possuem mais orgulho em mostrar uma absurda tela de configurações gráficas do que com o jogo em si.
Mas também há de convir que nunca houve uma variação tão grande de hardware, computadores “fechados” não existem mais, até um simples laptop é customizado. E isso faz parte da grande magia dos computadores, a capacidade de personalizar/configurar sua máquina para sua real necessidade.
Por causa disso as software houses preferiram deixar a cargo dos jogadores as decisões gráficas que antes eram tomadas pelos desenvolvedores. Cabe ao jogador de hoje achar o equilíbrio perfeito entre desempenho e qualidade e essa escolha se torna praticamente única.
Entretanto dar ao jogador tanto “poder de decisão” tem seu lado negativo, escolher um recurso sem ter real noção do papel do mesmo pode ser desastroso, e acaba prejudicando tanto o jogo quanto a própria imagem da empresa que o criou.
É isso que vou fazer nesse artigo, tentar tornar essas características menos nebulosas e facilitar sua escolha.











